GaúchaZH: Máscaras e calor: um guia para encarar o verão e se proteger do coronavírus

Reportagem publicada em GZH, no último dia 23/10, trata da importância do uso de máscaras mesmo em época de altas temperaturas, pois o item segue obrigatório e necessário em meio à pandemia de Covid-19. A utilização do equipamento de proteção individual (EPI) passou a ser exigida no Brasil no começo de abril, quando o Ministério da Saúde deu a orientação para que a população investisse em modelos feitos de tecido.

Para o infectologista Dr. Alexandre Zavascki, membro da SRGI, o que determina o uso não é a temperatura do ambiente, mas a necessidade de bloqueio de transmissão do vírus. O médico lembra que o EPI sempre deve ser retirado pelas alças presas nas orelhas, evitando o contato das mãos com as suas partes interna e externa. “Se a pessoa tocar em uma dessas áreas da máscara, o mais indicado é higienizar bem as mãos”, explica.

Para determinar o período ideal de troca, é preciso ficar atento a aspectos como a temperatura e a umidade relativa do ar, que podem interferir na utilização do produto. A infectologista da SRGI, Dra. Andréa Dal Bó, reforça que o ideal é trocar a máscara a cada duas ou três horas. O motivo é que o EPI perde sua eficácia quando está úmido e o ideal é sempre sair de casa com máscaras extras para realizar a troca ao longo do dia, especialmente quando está calor.

Acesse o link: bit.ly/srgi-gauchazh10.

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