GaúchaZH: Pode ter convidados? E viajar ou trocar presentes? Veja dicas para preparar festas de Natal e Ano-Novo mais seguras

Matéria publicada na Zero Hora, desta sexta-feira (23/10), trata dos cuidados durante as confraternizações nos meses festivos que virão. Médicos recomendam celebrações com grupos pequenos de participantes e duração menor para reduzir o risco de infecções por coronavírus.

O infectologista Claudio Stadnik ressalta que a pandemia não terá acabado até lá e que não é possível garantir 100% de segurança. O médico é contundente nas orientações: “A questão principal é o contato com outras pessoas, principalmente em momento de alimentação: vai haver risco. Temos que nos convencer de que as festas serão adaptadas, mas claro que não podem ser proibidas. Tem que ter bom senso: reuniões com 50 pessoas no sítio da família terão que ser evitadas. Quanto mais pessoas se juntarem, principalmente vindas de lugares diferentes, maior vai ser o risco de acontecer uma tragédia na família. Para não transformar o seu fim de ano em um momento de dor, a recomendação é que haja um grande esforço para evitar o contato”, explica.

O infectologista Marcelo Carneiro orienta que o mais indicado é que pessoas acima de 60 anos não estejam presentes do início ao fim da celebração, priorizando o momento da refeição. “Pode ser uma proteção exagerada, pondera o infectologista, mas, se alguém acabar adoecendo, não haverá como voltar atrás depois”, conclui.

Leia a matéria em: bit.ly/srgi-gauchazh9.

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