Perguntas e respostas sobre a segunda dose da vacina para grávidas e puérperas com infectologistas da SRGI

O Ministério da Saúde recomendou, no último dia 26/07, que grávidas e puérperas que tomaram a primeira dose da vacina contra covid-19, da AstraZeneca, poderão ter o esquema vacinal completo preferencialmente com Pfizer ou mesmo com a CoronaVac.

Para o infectologista Eduardo Sprinz, o Ministério da Saúde acertou ao escolher a Pfizer como primeira opção para completar a imunização em grávidas e puérperas. O chefe do Serviço de Infectologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), que conduziu o estudo da AstraZeneca no Rio Grande do Sul, disse que faltam estudos para termos mais segurança. “Do ponto de vista de vida real, uma paciente que tomou a AstraZeneca e quer tomar sua segunda dose e fazer o reforço com Pfizer, não parece algo que vá aumentar o risco para a gestante. E se formos pensar que vai aumentar a proteção, pensando numa população vulnerável, isto sim é uma decisão justificada”, conclui.

A Dra. Andréa Dal Bó, médica infectologista do Hospital Virvi Ramos, de Caxias do Sul, destaca que existem estudos científicos evidenciando que é possível fazer a vacinação com AstraZeneca e Pfizer. “Vários países europeus adotaram essa medida quando houve incidência de trombose entre a população. Está comprovada que é eficaz, que garante proteção equivalente a fazer duas doses de AstraZeneca ou mesmo de Pfizer, eficácia acima de 80%. É confiável e seguro.”, explica.

Confira a matéria na íntegra pelo link: bit.ly/srgi-gauchazh12.

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