SRGI na Zero Hora: Caminhar na rua, passear no shopping, ir ao bar: qual o risco de contágio de ações cotidianas?

Qual é o risco de ser contaminado por coronavírus ao fazer as compras no supermercado? E o risco ao frequentar a academia? Ou, então, ao ir a um bar?

Foram essas perguntas que uma tabela, desenvolvida pela Associação Médica do Texas (TMA, da sigla em inglês), no Estados Unidos, tentou responder.

Para Dr. Alexandre Vargas Schwarzbold, presidente da Sociedade Rio-Grandense de Infectologia (SRGI), a tabela está correta do ponto de vista das atividades que, até hoje, se acredita oferecer mais riscos. No entanto, ele faz ressalvas:

–  Primeiro, é que ela foi feita por uma instituição única, não necessariamente com o aval a sociedade médica americana inteira, e não sabemos o perfil (profissional) de quem fez tais definições. Depois, não há publicações para embasar essa certeza de estratificação de que uma coisa oferece risco médio e outra alto, por exemplo. Não existem estudos constituídos para cada ambiente ou atividade. Mas, de modo geral, ela reproduz aquilo que nós imaginamos que oferece mais risco hoje do ponto de vista de transmissão.

Dra. Lessandra Michelin, diretora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), destaca que que os ambientes ao ar livre são melhores. “Porém, se for um local fechado amplo, como um shopping, e as pessoas respeitarem a distância, pode ser seguro. O que não adianta é ir para um parque e ficar aglomerado e sem máscara”, avalia.

Leia a matéria pelo link: bit.ly/srgi-zh10.

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